Para ela, alguns desses vídeos, ambientados em fazendas de café no século 19, transformam relações marcadas por exploração do trabalho, torturas físicas, estupros, separação de famílias, lutas pela liberdade e muita opressão em “historietas” sobre paixões entre senhores, mulheres brancas escravistas e pessoas negras escravizadas.
![]()
