A viagem, marcada para o dia 15 de novembro, é um sonho que vai além dela: é a chance de levar o nome do Brasil e da educação inclusiva para o mundo. Agora, Elizabethe se dedica não só aos preparativos da apresentação, mas também a viabilizar a realização desse momento tão especial — uma jornada que, como a própria professora diz, só faz sentido quando é construída com muitas mãos.
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